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domingo, 8 de agosto de 2010

Manhãs de Primavera - Luiz Artur Rocha de Almeida

Este belo e sensível texto de meu irmão, posto aqui porque me senti sensibilizada com o mesmo... suas ideias e seus sentimentos me tocaram... assim sendo publico aqui seu texto! Voilá!!

As flores brancas do pé de Sabugueiro da minha mãe, e o angu quentinho da Dona Dora do seu Artur, irradiavam o perfume da manhã daquele dia. Um barulho na fechadura da porta da frente nos fez voltar a atenção para ela. Corremos os três, para numa competição feliz, saber quem conseguiria abrir a porta primeiro, puxamos uma cadeira para servir de escada e a minha irmã subiu, conseguindo destravar a chave da parte superior da porta. Aquele cheiro antigo, o cheiro da saudade nos fez brilhar os olhinhos de felicidade e de um em um ele nos pegou no colo, nos abraçou, e nos beijou com a barba ainda por fazer.

Ficamos no quintal, saboreando o resto da manhã da primavera, brincando com os gafanhotos e besouros (Rinocerontes) que foram capturados na Mata Atlântica, ainda na subida, a pé, da “assustadora” ladeira-de-pedra. Seus “brinquedos vivos” que sempre nos foram presenteados com carinho e nos proporcionaram turbilhões de deliciosas estórias serão lembrados eternamente.

Numa tarefa difícil, porém saudável, eu busco na memória fragmentos da minha infância, sempre relacionados com meu pai, como se fosse prá suprir o álbum de fotografia ou o filme colorido desbotado “em Super8” que eu não tive nos melhores momentos com ele e assim como os gafanhotos; gigantescos com asas verdes e avermelhadas substituíam os “dragões do reino-do-vai-não-torna”; eu ainda guardo, imagino, me transporto e brinco com todas as imagens que me foram presenteadas por meu pai.



Feliz dia dos pais !

Para a Ângela e o Paulo, que conseguiram abrir a porta para ele em muitas manhãs de Primavera.

Para a Marilúcia, Teca e Cícero, que compartilharam da energia Paternal de um homem que apesar de tanta dificuldade ainda tinha a família como lema.

Para a Nadyr, que plantou um pé de sabugueiro no meu quintal e fez irradiar toda a Luz daquela Primavera.



Maceió, Numa tarde molhada de Agosto, 2010.



L.A.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

solidão...

Estou aqu sozinha a assistir a copa do mundo quando vejo o Brasil perder para a Holanda... estamos todos tristes pelo jogo do Brasil... ainda não terminou a partida mas faltam apenas dois minutos... afinal o juiz fianalizou a partida.. o Brasil perdeu... qssim continuamos na vida.. uns dias de perdas outros de ganho fortuito...mas na nossa casa estamos sós... eu minha mãe e o gato, Jobim.. que fica olhando mieu dessespero e não ocnsegue entender... as vezes me pergunto pq até os jogos de futebol é o vil metal. 9 meioo ckichê.. néh?) mas é a verdade e assim vemos todos os brasileiros isoladamente como se fossemos técnicos e entendidos de um futebol q o Ms. Zangado não consegue enxergar?? eu não acredito.. assim eu estou terrivelemente so precisando de um suco de maracujá para poder superar...e que vença a Argentina!!!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Dernièr jour em Montmartre...

La matinée était froide ... six degrés en dessous de zéro ... nous étions fatigués, mais notre vol pour Lisbonne quitter le 7:20 h du matin ... 04h30 étaient de mana quand nous avons la voiture .. une légère neige recouvrait la ville .. Paris et ma rue a été le dessert! En effet, à l'aube, tout retour à la normale ... les taches de couleur sur le Marché St Pierre ... enfants dans leurs charrettes ... plein de foulards et chapeaux ... heureusement touristes qui se promènent et prennent des photos devant Sacré-Cœur ... La boutique du monticule en Coleura ... animation de la rue ... tout allait continuer comme avant ... sauf moi .. qui a décollé et m'a laissé un peu de magie dans cette ville! J'ai beaucoup appris à Paris ..!!! J'ai vécu six mois, comme si elles étaient une vie !!!.. semblait que la terre était une toute petite partie de moi ... mes ancêtres ... Mes fantasmes enfance pauvre fille de couleur qui étudiait le français ... et rêvé un jour d'aller à la rue de Rivoli ... belle, la rue de Rivoli ... plein de gens et le pouvoir ... manquez pas le quartier du Marais et ses ruelles ... ses bâtiments et ses galeries d'art! saudade de Montmartre ... tous .. toutes les ... Paris, sont restées fermées mes oreilles et les changements ont continué jusqu'à ce que le bruit des moteurs ont été faites dans le froid matin de Janvier ... et tout à coup je vois là-bas, toute couverte de neige, blanc et opaque .. avec ses histoires et ses forces .... mais silencieux et énigmatique à l'étranger ... souveraine et fière en même temps ... Paris!