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sábado, 28 de novembro de 2009

Le chaton...

Ele veio a minha janela váriso dias, a miar, miar... deixou-se fazer carinhos e lindamnte posou para mim nesta foto do blog!! lindo, lindo!! tentei ficar com ele, adoro gatos... ams ele dado aos felinos que não se diexa dobrar saiu para nunca mais voltar. será o frio penso eu?? seria que seu dono se mudou?? um vizinho aqui do prédio passava todos so dia a tardinha e ele corria e atendia como um cãozinho, ma ssempre a miara... miar.. alto como se reclamasse de alguma coisa!! fui no cmainho da igreija do Sacrecoeur, onde vários gatinhos ficavam dormitando, mas nenhum gato a vista!! acho memso que foi o frio!!!!ou então le chaton se mudou e nem me deu adeus... parto para o Brasil e ele fica nas terras de cá!! vou pro além mar... para longe levando em meu blog a foto d eum gatinho parisiense dos becos de montmartre, levnando comigo a saudade de seu belo olhar melnacólico!!!
Marilucisa escreveu ao petit chaton da rue andre del sarte!!!

Domesticidades....

O tempo era feio... fazia muito frio e eu peguie um ferro de passar roupa para esticar um lençol.... não gosto de passar roupas, mas neste moment uma senhora de olhos claros e sorriso simples estampou-se em minha frente, a sorrir e me pediu para passar. Assustada, larguei o ferro e ninguem estava comigo, somente minhas lembranças... era minha passadeira, que nunca me preocupei em ver dentro de seus olhos a força e a dedicação, a necessidade que a obriga a ir e vir passar todas as semanas em minha casa, miha roupa... que ela cuidadosamente deixa dobradinhas... e cheirosas!!! me dei conta que estamos juntas há 10 anos e somente aqui em Paris, tendo de executar a tal da domesticidade, ou arduas tarefas domesticas... longe a milhares de Km com um oceanao a nos afastar, foi que percebi sua importância em minha vida!! e reconheci seu grande valor na minha casa!!! seu valor na qualidade humana e na elaboração de suas tarefas...!!! as vezes me parecendo triviais, quase banais... quase sem valor, devido a não requerer o grande pensar... dado na academia...!!!pobre de mim... pobre mortal!! ledo engano d euma dama triste em uma tarde fria de uma linda cidade que se chama Paris...
marilucia picanço escreveu esta nota agradecendo o trabalho domético de uma passadeira... na tarde outonal parisiense.. em 27 de novembro de 2009.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Sentimentos & Sofrimentos...

Hoje foi um dia e tanto! fomos a uma instituição importante e demos uma aula parte dela em francês e parte em portugues... um melangê!!! mas foi boa, foi rica!! entretanto... uma sombra da dor e da mágoa que andam de mãos dadas com a vaidade veio pairar sobre nós, trazidas pelas glóris do poder.... ah o poder! o quanto se faz em nome dele?? o quanto se mata e morrre-se para obte-lo?? ... Assim de repente uma princesa dos contos de fadas, com olhos verdes mesclados de azul, de longas madeixas douradas, transforma-se em uma cobra ferina e nos ataca!!!... e me vejo na sombra da falta de comunicação... como nos comunicamos pouco?? como interpretamos e traduzimos o outro em nosso nome e assim disparamos nossas flechas sem saber o quanto vai ferir??? Como nos comunicamos mal!!! a verve nem sempre dita de forma clara.... o gosto pelo poder de nós humanos... a falta de respeito...a indiferença dos dias atuais.. a norma rigida, pautada em noem do srelatórios frios dos executivos que não pensam no dia de amanhã, ma sno quanto vales hoje... todas estas questões têm levado o homem s se distanciar de si mesmo e assim tornar-se cada vez mais individualista, menos humano creio eu... não sei!!! só sei que nada sei!! e que hj a noite do dia 26 de novembro de 2009 em Paris eu estou cada vez mais sozinha.. eu, meu marido e le chaton!!!!
MPicanço em mais uma noite fria do outouno parisiense...

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Tempo....(Luiz Artur Rocha de Almeida)

Naquele salão que estampava o rosto do Mal. Floriano Peixoto eu encontrei com o Roque, a Marluce, a Jaqueline, a Vitória e o Zé Peixoto...Todos “Peixotos”...Juntaram-se a mamãe, a mim e a Teca para celebrarmos um momento mágico, fraterno e eterno...notei que todos estavam felizes, satisfeitos e acima de tudo honrados por fazer parte, e presenciar o lançamento do Livro “As Faces do Tempo”.

Quando o apresentador “Paulo Poeta” leu as poesias “ A fúria de Setembro”, “O Rio” , e o “O Perfume” todos silenciaram e tiveram a certeza de estavam diante de uma grande Poetisa, e era simplesmente a Teca, a Filha da Nadyr Peixoto e do Luís Gonçalves, a Teca que ouviu muito o apito da fábrica Carmem chamando o pai dela para o trabalho, a Teca que assistia durante a noite escura do Porto Grande o brilho das “Tochas da Lagoa “ ( A Manguaba), enfim, a Teca que ouvia com encanto as “estórias encantadas” do sertão Paraibano. Lá estava a Teca lançando seu livro encantado , a Terezinha que , como disse “”Alba Correia” - “viveu entre três mundos” e agora encanta a todos com sua poesia única.

Minha irmã estava triste...nitidamente dava prá perceber que ela sentia a falta do ombro perfumado do seu velho pai, sentia também a falta de sua irmã mais velha, do seu irmão mais velho, da sua irmã mais nova e do seu irmão caçula...seria bom que todos estivessem ali para dividir aquela doce responsabilidade com ela, porém as faces do tempo nos faz enveredar por muitos caminhos e nos distancia uns dos outros, é a vida...mas, mesmo assim, ela estava feliz, afinal tinha acabado de realizar o seu grande sonho.

Acho que meu pai ia gostar de vê-la naquele momento...acho que o velho Juriti gostou...

L.A.

Saudades...

Aqui em Paris, o frio começa intenso... a noite jah começa as 16h00 e dá uma tristeza só de ohar lá fora... as vezes tenho me sentido muito só, e o Bira está aqui, imagina!!! Também sinto saudades do tempo de criança lá minha aldeia... em um tempo onde as pessoas eram mais verdadeiras... mais amigas.. mais amorosas.. porque tinham mais tempo... não existia nem telfone no sitio de meus avós... mas algumas coisas continuaram iguais, como o cheiro de manga rosa, de lima, de pitangas... o vento continua a balouçar suavemente as arvores em um suave acalanto de ninar... a poesia ainda respira no ar e os sapotis maduros, continuam a adoçar nosso paladar.... as jacas do sitio do meu tio João continuam lá, mas as flores do jardim de minha dinah Rosália!!! Ah qta saudade... estas estão quase a secar!!! as vezes quando vou a Marechal, saio meio que sorrateiramente em minha solidão e dor, e vou até aporta da casa dos meus padrinhos, na esperança de reve-los de que eles talvez estejam por lá.. a me chamar: .. Maria... chegou quando?? não vai ficar aqui em casa?? lá!! o silência eh minha resposta e assim.. choro.... ateh o coração secar a dor.. e saio reabastecida, com nova energia para mais uma vez continuar... eh melhor ser alegre que ser triste jah dizia o poetinha V. de Morais... e assim sigo a vida... hoje bem longe, do outro lado do oceano!!!
Este texto foi parte de uma mensagem que encaminhei a minha prima Robelza!! em 23 de novembro de 2009.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

È de madrugada estou sem sono, a noite é fria e a cidade de Paris parece que dorme aqui no corredor do pequenoo edificio onde moramos... sei que lá fora a vida eh esfuziante, o povo parece que não dorme e a cidade eh uma verdadeira festa... estou sem sono, estou cansada e assim memso não quero dormis... faz tempo que estou com saudades, saudades de todos da minha vida lá em casa... saidades da terra, do cheiro do mar... pensei que aqui encontraria minhas raizes mas continuo solta perdida buscando um cheiro que não sei onde está...

domingo, 15 de novembro de 2009

Ode a Bola!!!

ODE A BOLA
Marilucia Picanço – 24/06/07

Nasci, sozinha, e muito cedo fui levada ao Campo de Santana, uma praça, grande, no Rio de Janeiro, onde deixavam os gatinhos que ninguém queria.. Sozinha, e mui pequeninha, com fome e frio, perambulei por vários dias, longos e hostis.. até que de repente, em um dia de sol, meio morno, uma linda jovem, de cabelos negros como as asas da graúna, os olhos cor de âmbar, e um sorriso que era como se vários sininhos estivessem a tocar, me pegou no colo! Era como se um raio de sol me tivesse sugado daquele martírio, e eu, tive um susto, o que seria aquilo, meu Deus? Um milagre da vida?!!.. e, era um milagre, Deus existe! Fui cuidadosamente aconchegada em seu colo que era morno e doce, com um cheiro sutil de flores frescas, e de mel. Ela cuidou de mim, tratou as minhas feridas e fui, crescendo, alegre, renascendo em uma energia sutil, revigorante, cheia de amor e ternura!!, e, era assim que me sentia. A casa era alegre e cheia de vida, energizada com a alegria de minha companheira e dona, que estava sempre de bem com a vida. Apesar de tudo, sempre fui tímida, com uma energia, sutil, calada em meu canto... Nada, reclamei!! me tornei quieta, quase passiva.. Brincava às vezes com seu namorado, um jovem ruivo, saído do reino das fadas para me alegrar. Passeava no corredor, “imenso” do prédio, um mundo mágico! Brincava de esconde, esconde, com ele, uma beleza!!.. Ali fiquei, curei as feridas, a sarna, o desgosto. Meu pelo caiu e cresceu, lindo macio e cheiroso.. ela, a linda jovem, sempre a me cuidar.. De repente, não mais que de repente, mais uma vez a vida a me pregar peças. Ela, minha companheira-dona, me leva a casa de seus pais, em Brasília, se muda, muda sua rotina sua vida, e eu felina, apegada ao lugar sofri! E como sofri! Onde estava meu cantinho naquele pequenino e fofo apartamento de uma rua cheia de arvores com cheiro de mato em Copacabana? Me assustei, recuei mais ainda, me tornei arisca! O apartamento de seus pais era lindo, majestoso, grande encantado. Cada pedaço era uma descoberta, e eu me quedei encantada mais uma vez!!! As pessoas eram boas, discretas, o som era alegre, o cheiro de terra e mato, hum delícia!!... Hum, estou amando a nova vida! Mas retornei ao Rio de Janeiro, e desta vez, confesso que detestei a nova casa, cheia de fios soltos, fedorenta, uma bagunça danada!! Minha dona tentou me acalmar, me dando carinho e mimos, mas nada disto adiantava, eu estava chata e presunçosa, triste e melancólica, nada poderia mudar. Tiraram-me minhas trompas, me castraram para a vida sexual, eu ainda mocinha, e já não poderia procriar..triste, mui triste!!! Mas é a vida, que se poderia fazer? Eu estava fadada a perecer no Campo de Santana, agora estava feliz e confortada em um apê da rua das Laranjeiras porque sofrer? Mas não consegui evitar... E, assim após meses criei uma doença na pele que não sarava, acho que foi depressão, coisa de rico, me acostumei a ser assim.. chilicosa!! Minha dona vai a Europa, aproveitou um período de férias e sem me dar tempo de pensar, me coloca no avião, de volta a casa de seus pais, eu reconheci o apartamento, grande, lindo, cheiroso, cheio de mosquitos e mariposas para eu caçar... mas, nem tudo que reluz é ouro! Eis que aparece no pedaço um novo morador: pequenino, branquinho de olhos azuis, e meio marrento, seu nome: Jobim, ah isto lá é nome de gato?! Se bem que acho esta família meio maluca, pois meu nome era Beriloz, (pensavam que eu era um felino) depois passei a ser Cléo Berlioz, mas me chama de “ Bola” pode? Pois, bem hoje estou aqui neste apartamento grande, correndo com medo do novo gato da casa, e sem minha dona para me afagar... sua mãe, as vezes, me olha nos olhos, e cheia de ternura, tenta me acalmar, me afaga a cabeça, leio em seus olhos que ela quer me agradar, mas não consigo, estou vazia, triste, sem chão... sinto-me só, quase tão só como quando a linda jovem, me buscou no Campo de Santana...

Artuzinho...

Paris, 17 de Julho de 2009.

Meu amado sobrinho e afilhado Arthur,

Não imaginas como estou feliz e emocionada pelo seu sucesso e além de tudo isto, estou longe de voce. Chove lá fora, Paris está plúmbea, quase triste como os dias de chuva; me recolho, choro minha saudade de voces, da vida, de mim mesma... As vezes te vejo distante, quase ausente e me pergunto porque ? as vezes acho que fui eu quem não se aproximou de você... talvez por medo de ser invasiva, coisa que normalmente sou. Outras vezes, penso que foi a condução da vida que te levou a este ensimesmamento, tão distante, quase inatingível em seu mundo interior.
De repente, não mais que repente, como diria o poeta, me dei conta do quanto me és precioso; e fico horas a pensar em voce e me vejo chorar junto consigo a sua dor mais íntima como se me fosse possível faze-lo! vejo voce ainda pequeno, os olhos azuis cor do céu, sorrindo, alegre a participar; algumas tantas vejo voce chorando, os olhos vermelhos, tão sofrido, tão desamparado em sua dor, que me dói as entranhas da alma por não poder lhe ajudar, por não poder amezinar o seu sofrer. A minha impotência diante da vida, me tolhe, mostrando a toda hora o quanto humana, sou...
Hoje, entretanto, meu amado sobrinho, te vejo feliz, lindo, radiante como sempre foi! Te vejo ILUMINADO, como os raios do sol, e na cabeça uma coroa dos louros de uma vitória sua, só sua e de mais ninguem. Imagino a minha irmã, sua mãe, o quanto não deve estar feliz! Imagino todos aí a comemorar contigo, a sorrir, a festejar!... Imagino tudo e quase me vejo aí junto com voce, a te abraçar... como se fosse possível me teletransportar...TE DOU O MAIOR ABRAÇO DO MUNDO, TE DOU UM BEIJO NA FACE E NA TESTA, em respeito ao HOMEM que hoje se SUPEROU! CURTA, meu querido, CURTA todos os momentos, SÊ FELIZ, SABENDO QUE A VIDA É UMA SÓ E É AQUILO QUE NÓS DESEJAMOS SER... QUE DEUS TE ABENÇOE RICAMENTE ( como diria seu avó LUIZ, aliás digo eu, Seu Luiz, deve estar sorrindo, deve estar FELIZ!!!).
Com saudades, com amor, e parodiando Chico Buarque: COM AÇÚCAR E COM AFETO, aceite um beijo da sua tia/dinda que muito te ama,

Tia Mari.

Ode a Nadyr

Dona Nadyr, uma Flor de Bonina...

Nasci no inicio do século XX, na verdade quase na terceira década, e portanto sou uma pessoa do passado, mas minha mente sempre esteve avançada, penso diferente, vejo diferente e acho q nem sempre estou no compasso das outras pessoas.

Quando nasci, em uma família numerosa, eu era a ultima filha de oito irmãos... de uma família com amplos recursos... era neta de um antigo coronel destes de patente comprada e tudo... meu pai herdara as terças de meu avô, o Cel. João Peixoto da Rocha, e assim vim ao mundo em abundância e nada me fora negado, salvo a atenção de minha mãe que nesta época tornou-se enferma de uma doença debilitante, que imobilizava e doía-lhe a alma... era uma tal Artrite Reumatóide, desta que não se tem cura e até hoje a Medicina luta contra o mal provocado por ela sem grandes satisfações... minha mãe assim deu-me pouca atenção e meu pai fez como pode o duplo papel de pai e mãe... eu era o patinho feio daquela família. Todos casados ou quase casados viviam suas vidas despojados e soberanamente sem se importarem com o dia de amanhã...

Passei minha infância a pensar na vida, amadureci a duras penas pensando em mudar o mundo, mudar de vida, minha vida... tive momentos de sofrer e de glórias, amei, me apaixonei mas meu pai não aprovou.. fiquei so.. desolada, sem referência naquela pequena aldeia que hoje eh meu paraíso!!! O tempo passou,, estava quase velha para a época quando me encontrei com um jovem loiro quase ruivo do sertão, de longe da aldeia... e casei.. me fui para outras bandas, viver uma outra vida.. sentir uma outra dor..!!! Minha alma continuava sofrida, incompreendida, amargurada... não era aquilo que eu pensara!! Ledo engano de minha alma ingênua.. Tive seis filhos, uma bela prole.. todos sadios... inteligentes e alguns puxaram ao pai, generosos gentis, solidários... outros inquietos como a minha alma!!! Assim pensei que ao chegar a velhice aqueles lindos e amados filhos me tratariam com a força do amor que eu lhes dedicara.... mais uma vez a vida nos prega peças... nossos filhos não são nossos, mas filhos da vida como diria meu marido que foi cedo para o céu!! Fiquei viúva, e mais uma vez solitária em minha própria dor que parece querer mostrar a todo custo o quanto devo viver... Hoje completo 83 anos e me vejo lúcida, integra, com a mesma cabeça da jovem adolescente que um dia se apaixonou... meus valores entretanto hj são outros e minha paixão se resume a ir e vir na minha velha casa, local antigo que eu tanto detestara... mas meu corpo falha, as pernas não me obedecem, só sinto dor!! E meus filhos desconsideram meu sofrer e acham que soh reclamo que sou sofrida, nada me agrada, nada me ajuda a viver... fico no ostracismo histórico de nada poder fazer... nada poder dizer e as pessoas esquecem que um dia fui jovem, lutei, batalhei, corri, andei na chuva, no frio, no vento para que as coisas mudassem na vida de meus filhos... fiz muita coisa, briguei com o mundo....!!!

Era uma guerreira, era uma mulher ativa e meu grande defeito era reclamar para que as coisas andassem certas.. dessem certo para meus filhos.. eles não iriam passar o que eu passei eu jurei!!!

Tenho uma casa no sitio, lugar da antiga casa de meus ancestrais, local onde nasci e passei minha infância e as vezes me pego vendo os fantasmas de minha infância, de minha vida, passeando no jardim... as vezes choro sozinha a imensa dor de só ser... A imensa e triste verdade de que nada nem ninguém poderá viver por nós e me lembro de minha mãe, velha alquebrada pela dor do sofrimento com as articulações e suas passadas alquebradas me tornam o tempo presente em uma sucessão de valores reais que não posso mudar...!!!

Só me resta olhar dentro de mim e rever com saudades a minha infância e o imenso jardim da casa de meus pais todo florido, com seus lindos pés de boninas....

Paris, 31 de outubro de 2009, Marilucia escreveu em um afria noite de outono, esta ode a sua mãe Nadyr...!!!